E aqui começa, de fato, minha jornada no fascinante mundo dos games. Como mencionei no post anterior, meu primeiro contato com um videogame foi em 1989, quando joguei uma vez no Atari na casa de um primo. Fiquei encantado com aquele console, mas foi apenas um ano depois, no meu aniversário de 5 anos, em outubro de 1990, que ganhei meu tão sonhado Phantom System (um clone do NES). A partir daí, minha aventura nos games realmente começou.Naquela época, eu morava com meu pai, minha mãe e minha irmã em uma casa de aluguel que pertencia a uma tia minha, que já não está mais conosco. Meu pai saía muito cedo para trabalhar, na verdade, ele saía de madrugada. Minha irmã, que é seis anos mais velha, já estava na escola durante o dia, então, à tarde, eu ficava em casa com minha mãe, que cuidava das tarefas domésticas. Enquanto isso, eu passava as tardes sozinho, já que de manhã estava no pré-escolar.
Essas tardes eram um pouco solitárias. Não havia muitas opções de brincadeiras, e eu contava com alguns brinquedos, mas o que realmente me divertia era usar a imaginação. Eu adorava personagens como Jaspion e Changeman, além de filmes como Rambo, e me via em aventuras emocionantes. Havia uma vizinha da minha idade, mas nossas brincadeiras eram raras. À noite, não havia muito o que fazer, e eu acabava dormindo cedo, enquanto minha irmã estava naquela fase da "aborrecência" e não se importava muito comigo.
Mas tudo mudou com a chegada do meu Nintendinho! Super Mario foi o primeiro personagem que conheci, e ele se tornou o protagonista das minhas tardes solitárias. Minha mãe até hoje comenta que os sons marcantes do jogo ecoam em sua mente. Para ela, são dois sons que ela considera irritantes: o famoso "não é a mamãe" do Baby, da saudosa Família Dinossauro, e os sons de Super Mario, que, na verdade, são tão viciantes que grudam na cabeça da gente!
Sozinho, meu passatempo se tornou o videogame. Nenhum brinquedo importava mais. Eu jogava Super Mario a tarde toda, fascinado pelas fases que mudavam, com cenários verdes e azuis se transformando em paisagens noturnas. As fases aquáticas eram um verdadeiro desafio. Lembro-me das pontes onde os peixes pulavam, e a emoção de correr para não ser atingido. Enfrentar Bowser era cada vez mais desafiador, com castelos intimidadoramente decorados e bolas de fogo que tornavam tudo ainda mais emocionante.
Quando havia visitas em casa, todos reparavam em mim jogando, pois eu pulava e me movia junto com o personagem, como se isso realmente ajudasse a passar as fases. Para ser sincero, nunca terminei o jogo quando criança. Era muito novo, mas cheguei bem perto de completar, ou pelo menos passei da metade. Minha irmã também se aventurava de vez em quando e era razoavelmente melhor do que eu, mas ela também não conseguiu terminar.
Naquela época, não havia YouTube, e as revistas sobre games eram escassas e difíceis de encontrar. A gente jogava na raça, tentando não perder vidas, pois um Game Over significava começar tudo de novo. Desligar o console era sinônimo de tristeza, pois todo o progresso seria perdido.
Teve uma vez que recebi a visita de dois primos meus que eu ainda não os conhecia. Passaram a tarde em casa pois queriam conhecer o tal do video game que até então era novidade para eles. Ficamos eu, minha irmã e meus dois primos jogando a tarde toda num fim de semana. Pena que dessa parte tenho poucas lembranças, mas foi uma tarde inteira sentados no chão da sala conversando, jogando e nos divertindo. Foi a primeira vez que joguei em turma e descobri como funcionava o lance de perder e passar o controle. Massss o tempo foi passando e Super Mario já começava a ficar enjoativo. Não tinha outro jogo e foi aí que entra em cena algo muito importante para os gamers na década de 90: as locadoras, mas essa história fica pra próxima.
Naquela época, as locadoras eram verdadeiros paraísos para nós, gamers. Era lá que podíamos alugar novos jogos e experimentar diferentes aventuras. Lembro de como era emocionante escolher um jogo novo, olhar as capas coloridas e imaginar as horas de diversão que nos aguardavam. Cada visita à locadora era uma nova oportunidade de descobrir mundos diferentes, personagens incríveis e desafios que nos faziam gritar de alegria ou frustração. E assim, com a ajuda das locadoras, nossa paixão pelos games só crescia, e as tardes de diversão se tornaram ainda mais memoráveis. Mas, como eu disse, essa história fica pra próxima!
Naquela época, as locadoras eram verdadeiros paraísos para nós, gamers. Era lá que podíamos alugar novos jogos e experimentar diferentes aventuras. Lembro de como era emocionante escolher um jogo novo, olhar as capas coloridas e imaginar as horas de diversão que nos aguardavam. Cada visita à locadora era uma nova oportunidade de descobrir mundos diferentes, personagens incríveis e desafios que nos faziam gritar de alegria ou frustração. E assim, com a ajuda das locadoras, nossa paixão pelos games só crescia, e as tardes de diversão se tornaram ainda mais memoráveis. Mas, como eu disse, essa história fica pra próxima!

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